Pular para o conteúdo
AcheiWiFi
Avaliar um ponto piloto
Índice
§ PROVEDOR AcheiWiFi para Provedores

Leve sua internet para além da casa do assinante.

Seus assinantes conectam gratuitamente nos pontos que você ativar. Visitantes compram acesso por PIX. A AcheiWiFi opera o portal, as autorizações e a cobrança.

No Híbrido ISP: R$ 0 de mensalidade para o provedor. Quem paga o acesso é o visitante, e essa receita é da plataforma — é ela que banca controladora, portal, cobrança e suporte. Sem mensalidade, sem fidelidade e sem multa.

UniFi é a primeira plataforma de rede homologada pelo AcheiWiFi: sustenta operação gerenciada, PIX, Cortesia e rollout previsível. Novos fabricantes entram por processo de homologação.

Comece por um ponto: a equipe avalia se a cortesia gera uso para a sua base e se existe demanda de visitantes por acesso pago, antes de qualquer decisão de expansão. Não sabe se o seu ponto qualifica? Veja se o seu ponto serve antes de pedir o piloto.

Diagnóstico
00 O problema real

Seu WiFi público está parado.

O ponto de WiFi público que você já mantém em praça, comércio parceiro, portaria ou evento normalmente é só custo: energia, rádio, suporte — sem nenhum retorno.

No mesmo movimento, sua base não tem diferencial fora de casa — e um serviço sem diferencial disputa no preço e na velocidade, que é onde todo mundo já disputa.

01 Dois vazamentos
  • 01 WiFi público como custo puro — energia, rádio, suporte, sem volta.
  • 02 Base sem diferencial fora de casa — a disputa volta para preço e velocidade.
A solução
00 Três pilares

Cortesia, regra clara e o pulo do gato.

O mesmo ponto que hoje só custa passa a dar benefício a quem já é seu cliente — sem mensalidade, porque quem sustenta a estrutura é o visitante que paga o WiFi por PIX.

a

Cortesia = benefício de relacionamento

Seu assinante em dia conecta sem pagar nos pontos que você ativar, validado ao vivo no seu IXC ou SGP. Quem atrasou não entra — a checagem é na hora, no seu sistema.

b

As regras, para você não prometer o que não é

A liberação vale 24 horas; ao expirar, o assinante reinforma o CPF. São 2 aparelhos por assinante, ajustável. A adimplência é checada a cada liberação, não uma vez só.

c

ERP nativo = o pulo do gato

A cortesia não depende de planilha nem de export manual: o AcheiWiFi consulta o status do assinante no ERP do provedor ao vivo e só libera quem está em dia. Cortesia plugada no seu billing — hoje com IXC e SGP homologados e em produção. O critério de "em dia" segue a regra do seu ERP: no IXC pela adimplência; no SGP pelo contrato ativo, já que a API não devolve faturas. Cada ERP novo entra por homologação, anunciado quando entra em produção.

O wedge do ERP
00 O fosso

Cortesia que checa o billing.

Qualquer um libera WiFi grátis. O que muda aqui é liberar só para quem está adimplente — sem trabalho manual, direto do ERP que o provedor já usa (hoje IXC e SGP). Não é impossível de reproduzir; é um arranjo que já está montado e testado.

  1. 01

    Adimplência em tempo real

    A liberação da cortesia consulta o status do assinante no ERP do provedor no momento do acesso. Quem atrasou, não entra de graça; quem regularizou, volta a entrar — sem intervenção manual.

  2. 02

    Cortesia só para quem está em dia

    A regra é automática e vale a cada liberação: quem está em dia entra nos pontos que você ativar, quem não está fica de fora — sem lista, sem exceção manual. Se isso muda o comportamento de pagamento é hipótese a medir, não efeito que já temos.

  3. 03

    Sem planilha, sem sync na mão

    Nada de exportar base, subir CSV ou sincronizar vouchers. O provedor pluga o ERP que ele já confia — hoje IXC e SGP — e o resto é operação padronizada.

O que muda para você
00 Valor para o provedor

O que muda para o provedor.

Quatro efeitos, e o limite de cada um logo abaixo. O que ainda é hipótese está escrito como hipótese — inclusive onde seria mais confortável não escrever.

01

Benefício ao assinante

O assinante adimplente usa gratuitamente os pontos que o provedor ativar e integrar. É um benefício de relacionamento que ele sente fora de casa, sem lista manual e sem senha compartilhada.

· Efeito sobre a permanência da base é hipótese a medir no piloto — não há coorte, então não é resultado que já temos.

02

Presença territorial

O provedor passa a aparecer em locais relevantes da sua região — o ponto público deixa de ser custo silencioso e vira superfície da marca dele.

· Não medimos exposição de marca: o que existe é a presença do ponto, não um número de alcance.

03

Diferenciação

A rede pública dá ao provedor um argumento que não é preço nem velocidade: cortesia ao assinante conferida no ERP, acesso pago para o visitante, camada tecnológica gerenciada e a presença regional dele — funcionando junto, no mesmo ponto.

· Aquisição e permanência são efeitos potenciais, não garantia: variam com praça, público e execução, e precisam de medição para virar afirmação. Nenhuma parte desse arranjo é impossível de reproduzir — o que se oferece é o arranjo pronto, não exclusividade.

04

Operação gerenciada

A camada tecnológica e transacional é nossa: controladora, portal, autorização, cobrança por PIX e conciliação. O provedor não desenvolve, não mantém e não concilia nada disso.

· Não é operação sem trabalho: infraestrutura local, instalação, manutenção física e relacionamento continuam com o parceiro.

01 Para o provedor

E o que já opera hoje.

Tudo abaixo já opera em produção. O que ainda é hipótese está marcado como hipótese.

  • Cortesia automatizada para o assinante adimplente, sem lista manual nem planilha
  • Validação ao vivo no seu ERP — hoje IXC e SGP
  • Portal, cobrança e autorização de acesso operados por nós
  • Visibilidade de uso do ponto no painel
  • Piloto acompanhado antes de qualquer expansão

Um benefício que o assinante sente fora de casa pode fortalecer a diferenciação da sua base — é hipótese a medir durante o piloto, com o seu próprio número, não resultado que já temos.

Que ponto conta
00 Elegibilidade

Não precisa ser seu imóvel.

Ponto ativado ou operado pelo ISP é um local próprio ou um estabelecimento parceiro no qual o ISP lidera a conectividade, a instalação, a integração com o ERP e o relacionamento comercial. O ISP não precisa ser proprietário físico do local.

Ativar um ponto no comércio parceiro da sua praça continua sendo operação sua, dentro da rede AcheiWiFi — não vira revenda.

Ponto ativado pelo ISP

  • Pode estar em loja, praça, clínica, restaurante, terminal, área turística ou outro estabelecimento parceiro.
  • O imóvel pode ser de terceiro — propriedade física não é requisito.
  • O ISP lidera a implantação, a conectividade e o relacionamento com o local.
  • A AcheiWiFi opera a camada tecnológica e transacional.
  • O ponto faz parte da rede AcheiWiFi.

Revenda

  • É quando alguém quer vender a plataforma como serviço independente.
  • Pressupõe carteira própria, margem, white-label ou outro contrato de canal.
  • Não é sinônimo de instalar o AcheiWiFi num estabelecimento parceiro do ISP.
  • É trilha comercial separada, avaliada caso a caso.
Responsabilidades
00 Responsabilidades

Quem faz o quê.

Não há mensalidade paga à AcheiWiFi — e também não há ponto que funcione sem contribuição de ninguém. A lista abaixo é o que cada lado entra, sem eufemismo.

Provedor

· Conforme a parceria e o ponto. Não precisa ser dono do imóvel.

  • Relacionamento com a praça e com o estabelecimento
  • Conectividade do ponto
  • Identificação do assinante pelo ERP (hoje IXC ou SGP)
  • Apoio na escolha do local
  • Ponto de acesso e instalação
  • Manutenção física do ponto
  • A marca local que o visitante vê no portal

AcheiWiFi

· Fixo em toda parceria.

  • Controladora
  • Portal de acesso
  • Autorização de acesso
  • Integração com o ERP do provedor
  • Processamento do fluxo PIX
  • Conciliação
  • Gestão operacional da plataforma
  • Suporte da camada AcheiWiFi

Estabelecimento anfitrião

· Conforme o ponto.

  • Espaço para o equipamento
  • Energia
  • Autorização para instalar
  • Acesso físico quando houver manutenção
  • Apoio operacional local

A divisão entre provedor e anfitrião é definida ponto a ponto, na avaliação do piloto. O que não muda é o lado da AcheiWiFi.

Marca no ponto
00 Marca no ponto

Sua rede pública, operada pela AcheiWiFi.

No portal, o local dá o contexto físico, o provedor aparece como quem oferece a conectividade e a AcheiWiFi aparece como tecnologia e operação.

Exemplo de como a identificação é organizada no portal:

WiFi do Balneário Araguaia

Conectividade oferecida pelo Provedor X

Tecnologia AcheiWiFi

01 O que não está contratado

Estas garantias são pedidas com frequência e não existem hoje. Ficam aqui, ao lado do argumento, porque descobrir isso depois do piloto custaria a parceria inteira.

  • Não há exclusividade territorial contratada.
  • Não há cláusula de não concorrência nem proteção de carteira.
  • Não é white-label completo: a operação continua identificada como AcheiWiFi.
  • Contatos de quem acessa não são entregues ao parceiro fora do que o consentimento do titular e o contrato permitirem.

Se alguma dessas garantias for condição para a parceria, ela é decisão comercial a tomar antes do piloto — não algo que este site possa prometer por escrito hoje.

Prova
00 Piloto em produção · Toolsoft

Números reais, em julho de 2026.

O primeiro ponto do piloto rodou em produção dentro da operação da Toolsoft, o ISP real de onde o AcheiWiFi nasceu.

Portal cativo do AcheiWiFi no WiFi público: escolha de plano por hora, pago por PIX
A tela real de planos do portal público — o visitante escolhe a duração e paga por PIX.
46

acessos pagos via PIX de 41 visitantes nos 18 dias comuns de julho/2026 — média de 2,6 por dia.

R$5→R$50

faixa de ticket praticada em julho/2026 no WiFi público do piloto.

74

dispositivos em cortesia nos dias comuns, liberados só por estarem em dia — validados ao vivo pelo IXC.

92 assinantes usaram a cortesia em julho/2026 — 223 liberações, validadas ao vivo no ERP. A operação é nossa, da Toolsoft: dois meses de dados, com go-live em julho, prova que o mecanismo funciona em produção — não dá pra saber se julho é regime ou pico, então não é prova de mercado.

· Ângulo honesto: é prova de conceito em produção, ainda não é escala. Os números vêm de um único ponto do piloto assistido — e a receita de PIX ali em cima é nossa, não do provedor.

A conta da parceria
Perfil do ponto
00 Perfil do ponto

Que ponto serve para começar?

Um piloto começa por um ponto só. Estes são os sinais que a equipe procura antes de aceitar.

Quer checar antes de falar com alguém? Veja se o seu ponto serve.

  • Alguém ali procura conexão — pede a senha do WiFi, reclama do sinal, o celular não segura.
  • Público de passagem, não só o mesmo grupo todo dia.
  • Permanência: as pessoas ficam tempo suficiente para valer a pena conectar.
  • Movimento de fim de semana ou de temporada.
  • Energia e link disponíveis no local.
  • Alguém no local que autorize a instalação e acompanhe o dia a dia.

Ponto indicado pelo provedor não é ponto aprovado: a avaliação é comercial e técnica, e às vezes o resultado é não. Um "não" para acesso pago também não encerra a conversa — o desenho de cortesia para a base é avaliado por uma pessoa.

Como funciona o piloto
00 30 dias, um ponto

Piloto assistido, sem improviso.

A parceria não entra por trial self-serve. Entra por um piloto acompanhado, em um ponto que você ativar — seu ou de um parceiro seu —, com config feita a quatro mãos.

  1. 01

    Um ponto, config junto

    Começa por um único ponto público seu. A equipe provisiona o AP na nossa controladora, ativa o PIX e integra com o seu ERP (hoje IXC e SGP) junto com o seu time, sem improviso de rollout.

  2. 02

    Acompanhamento semanal

    Revisão semanal dos indicadores reais: vendas por PIX, ticket, cortesias liberadas e validação de adimplência no ERP.

  3. 03

    Decisão com dado, não achismo

    Ao fim dos 30 dias você decide escalar com uso e adoção medidos e o mecanismo provado em produção — não promessa de slide.

Começar pelo seu primeiro ponto?

Em 30 minutos a equipe avalia seu cenário, o ERP que você usa (hoje integramos com IXC e SGP) e define o ponto certo para começar o piloto assistido de 30 dias.

Dúvidas frequentes
00 FAQ do provedor

Antes de indicar um ponto.

Se a sua pergunta não estiver aqui, ela cabe na conversa de avaliação — e é melhor que ela apareça antes do piloto, não depois.

O que é a AcheiWiFi para Provedores?

É a rede pública que o provedor ativa sobre a presença que ele já tem: assinante em dia conecta sem pagar nos pontos ativados, visitante compra o acesso por PIX, e a AcheiWiFi opera controladora, portal, autorização, cobrança e conciliação. Não é software de hotspot vendido por mensalidade nem plataforma de revenda.

Quem pode usar gratuitamente?

O assinante do provedor que estiver em dia, nos pontos que o próprio provedor ativar. Não existe roaming entre provedores: a checagem acontece sempre no ERP do provedor dono do ponto onde o equipamento está.

Como o assinante é validado?

Ele informa o CPF no portal e a situação é conferida ao vivo no ERP do provedor. Hoje integramos com IXC e SGP — no IXC o critério é a adimplência; no SGP é o contrato ativo, porque a API não devolve faturas. A liberação vale 24 horas e o padrão é de 2 aparelhos por assinante, ajustável.

O visitante precisa ser assinante?

Não. Quem não é cliente do provedor compra o acesso por PIX no mesmo portal, com liberação automática assim que o pagamento é confirmado.

Quem recebe o pagamento PIX?

No Híbrido ISP, a AcheiWiFi. A cobrança é operada pela plataforma, a receita dos acessos pagos é da plataforma, e não há divisão dessa receita com o provedor — é ela que financia controladora, portal, processamento, conciliação e suporte, e é por isso que não há mensalidade. Existe um modo em que a receita líquida é compartilhada com o parceiro, o WiFi Pago, mas ele não tem cortesia recorrente para uma base de assinantes: são economias diferentes, e um ponto não acumula as duas.

O provedor paga mensalidade?

No Híbrido ISP, não — não há mensalidade paga à AcheiWiFi, durante nem depois do piloto. Mas não é custo zero: o parceiro entra com ponto de acesso, energia, link, espaço e instalação — a formulação correta é ausência de mensalidade, não ausência de contribuição.

O que o provedor precisa fornecer?

Conectividade do ponto, o ponto de acesso e a instalação, manutenção física, apoio na escolha do local, o relacionamento com o estabelecimento e a integração de identificação pelo ERP. Parte disso pode ficar com o estabelecimento anfitrião — a divisão é definida ponto a ponto, na avaliação do piloto.

Quem instala e mantém o equipamento?

A instalação de cada ponto começa com alguém da nossa equipe junto: não há rollout automático nem provisionamento sozinho. O equipamento é do parceiro e a manutenção física fica com quem está no local; controladora, portal e cobrança são operados por nós.

Como a marca do provedor aparece?

O portal identifica o local como contexto físico, o provedor como quem oferece a conectividade e a AcheiWiFi como tecnologia e operação. Não é white-label completo, e não há exclusividade territorial nem cláusula de não concorrência contratadas.

O ponto piloto garante que o assinante deixe de cancelar?

Não. Cancelamento evitado nunca foi medido: não há coorte nem grupo de comparação. O que está medido é uso — 92 assinantes e 223 liberações em julho de 2026, na operação da própria Toolsoft. Efeito sobre a permanência da base é hipótese a validar no piloto, com o número do próprio provedor.

Todo local indicado é aprovado?

Não. A avaliação olha o tipo de ponto, se existe alguém ali procurando conexão, permanência, público de passagem, movimento de fim de semana e as condições de campo — energia, link e alguém que autorize e acompanhe. Ponto indicado não é ponto aprovado.

O ponto precisa ser em imóvel do provedor?

Não. Ponto ativado pelo ISP é um local próprio ou um estabelecimento parceiro no qual o provedor lidera a conectividade, a instalação, a integração com o ERP e o relacionamento. O imóvel pode ser de terceiro — loja, praça, clínica, restaurante, terminal, área turística. Propriedade física não é requisito.

Instalar no comércio de um parceiro meu vira revenda?

Não. Isso continua sendo operação sua, dentro da rede AcheiWiFi. Revenda é outra coisa: vender a plataforma como serviço independente, com carteira própria, margem ou white-label — contrato de canal separado, avaliado caso a caso.

Dá para ativar um ponto só com cortesia, sem acesso pago?

Dá, no modo Somente Cortesia — que é contratado por mensalidade. No Híbrido e no WiFi Pago é a receita dos acessos que sustenta controladora, portal, cobrança e suporte, e por isso não há mensalidade; um ponto sem ninguém pagando acesso não gera essa receita, então a operação passa a ser contratada, com valor definido em proposta. Piloto, patrocínio ou subsídio existe, mas é exceção temporária, com prazo e aprovador definidos — não vira gratuidade permanente.

O que acontece depois do piloto?

No fim dos 30 dias, o provedor e a nossa equipe decidem escalar, ajustar ou encerrar, com o uso do ponto na mesa. O piloto não obriga expansão, e o modelo apresentado não tem fidelidade nem multa.

Próximo passo: veja as integrações homologadas (UniFi, IXC) ou avalie um ponto com a equipe. Prefere ler antes? Veja o guia para provedores.

Próximo passo

Do diagnóstico ao primeiro ponto ativo, com entrada guiada.

A equipe valida cenário, base homologada, modelo comercial e melhor caminho de entrada antes de prometer prazo ou ativação.