Pular para o conteúdo
AcheiWiFi
Avaliar um ponto piloto
Índice
§ Guia · Provedores

Guia do provedor: transformar o WiFi público que você já opera em benefício pro seu assinante — sem mensalidade

como avaliar, o que é preciso ter e como é o piloto — sem prometer o que ainda não medimos

Leitura de 8 min


Este guia é para o provedor que ativa e opera pontos de WiFi público — praça, comércio parceiro, portaria, evento, ponto turístico. O imóvel não precisa ser seu: o que define é você liderar a conectividade, a instalação e o relacionamento com o local. Se a rede é sua, o WiFi público é seu — e a conta é sua. O objetivo aqui é te ajudar a avaliar se dá para transformar esse ponto num diferencial de relacionamento com a sua base — com o PIX bancando a oferta, sem custo pra você —, o que é preciso ter, e como é o teste — sem promessa de resultado.

Se, em vez disso, você revende a operação para uma carteira de terceiros (os pontos são dos seus clientes, não seus), o seu caminho é outro — veja o programa de parceiros e o texto provedor vs. integrador.

O que está parado no seu ponto

O WiFi público que você já mantém normalmente é só custo: energia, rádio, suporte — e nenhuma receita de volta. E ele custa de dois jeitos ao mesmo tempo.

Do lado do dinheiro, o ponto drena caixa sem devolver nada. Do lado da operação, a senha aberta vaza em cadeia: o assinante passa para a família, o comércio entrega na recepção, o vizinho pega uma vez e nunca mais sai — e quem nunca pagou ainda liga para o seu suporte quando a internet cai. É custo em cima de custo, sem receita no meio. O problema não é o roteador; é o modelo de senha solta.

No mesmo movimento, a sua base não tem diferencial fora de casa. Sem nada que o assinante sinta na rua, o WiFi vira commodity e o assinante não encontra motivo para ficar.

Como funciona: acesso contado, com duas frentes no mesmo ponto

O AcheiWiFi troca a senha única por um portal cativo — cada acesso é uma sessão identificada e com prazo, não uma chave que circula pela cidade. Sobre esse acesso contado, o mesmo ponto passa a fazer duas coisas ao mesmo tempo:

  • O PIX que banca a oferta. Quem não é seu cliente paga o acesso na hora, por PIX, direto no portal — e essa receita é da AcheiWiFi, não sua: é ela que paga a controladora, o portal e o suporte, e é por isso que o Híbrido ISP não tem mensalidade. Veja como a conta fecha do nosso lado em /provedores.
  • Um motivo para o seu assinante ficar. O assinante em dia entra de graça no seu WiFi público, em qualquer praça que você opera — um diferencial que a base sente fora de casa. E a cortesia não depende de planilha: a adimplência é validada ao vivo no seu ERP (hoje IXC e SGP), liberando só quem está em dia — pelo critério do seu ERP: no IXC pela adimplência, no SGP pelo contrato ativo. Veja a cortesia por adimplência.

Como avaliar se serve para você

Três perguntas honestas ajudam a decidir antes de qualquer piloto:

  • Você lidera a conectividade e o relacionamento no ponto? Se sim, é esta oferta — e o imóvel pode ser de um parceiro seu. Se o que você quer é vender a plataforma para a carteira de terceiros, o caminho é a revenda (/parceiros).
  • O ponto tem movimento real? O mecanismo mede demanda de verdade: praça, comércio, portaria ou evento com gente passando. Um ponto morto não testa nada.
  • Você já roda IXC? Para a metade de cortesia (validada no seu ERP), o IXC é a fonte de verdade de quem está em dia. Se você já roda IXC, a parte difícil já é sua. A metade que banca a oferta (PIX) não depende disso.

O que é preciso ter

Nada aqui pede trocar a sua infraestrutura:

  • Um ponto público seu, com movimento — o piloto roda em 1 ponto, 1 hotspot, com 2 a 4 planos de acesso.
  • A sua base de rede. O AcheiWiFi roda sobre UniFi, a primeira plataforma de rede homologada pelo AcheiWiFi — a sua infra, nada é substituído. Novos fabricantes entram por processo de homologação.
  • Acesso ao seu ERP para ligar a cortesia à adimplência, hoje IXC e SGP. A consulta é ao vivo, no instante do acesso — sem exportar base, sem CSV, sem sincronização noturna.

Como é o piloto de 30 dias

Todo caminho termina no mesmo lugar: um piloto assistido de 30 dias. Não é rollout, não é self-serve e não é garantia de resultado — é um teste controlado, num ponto só, para você decidir com dado real do seu ponto.

SemanaFocoA equipe fazVocê faz
1SetupSobe o portal com PIX e integra o ERP; define PIX, Cortesia ou HíbridoLibera o ponto e o acesso ao IXC
2OtimizaçãoAjusta copy, CTA e o plano recomendadoObserva em campo e reporta
3EstabilizaçãoTrata incidentes e padroniza a configuraçãoAcompanha a operação no dia a dia
4DecisãoFecha o relatório de uma página com os KPIsDecide go / no-go sobre escalar

O piloto acompanha o que decide a conta: vendas por PIX e ticket por acesso, cortesias-assinante usadas e o comportamento do ponto com o modelo ligado. No Híbrido ISP não há mensalidade — o parceiro entra com R$ 0, e é o PIX, que é receita da plataforma, que banca a controladora, o portal e o suporte. No fim dos 30 dias nada dispara sozinho: você recebe o relatório e a decisão de seguir é sua. Detalhe completo na anatomia do piloto.

Ressalvas honestas

O site inteiro repete a mesma frase incômoda, de propósito: é prova de conceito, ainda não é escala.

Para dar ordem de grandeza da nossa própria conta — essa receita é da plataforma, não uma projeção da sua: em julho de 2026 (mês fechado), nos 18 dias comuns, foram 46 acessos pagos por PIX de 41 visitantes, média de 2,6 por dia; nos 7 dias de evento, 298 acessos de 233 visitantes, cerca de 43 por dia. O ticket do mês ficou entre R$ 5 e R$ 50, e 87% dessa receita veio dos dias de evento — somar tudo faria um pico pontual parecer o dia a dia. Em cortesia, 92 assinantes usaram o benefício em julho/2026 (223 liberações), validados ao vivo no ERP — e a operação é nossa, da Toolsoft. É prova de que o mecanismo funciona na rua — não é uma meta que o seu ponto vá repetir, e retenção é um efeito potencial, não garantia: varia conforme praça, público, execução e de a rede aguentar a multidão.

O que ainda não temos é a automação repetida em provedores que não são nós, no volume real — e é exatamente isso que um piloto no seu ponto existe para testar. A gente não pede para você acreditar na escala; pede para testar o mecanismo num ponto que você ativar, por 30 dias, e decidir com o dado na mão.

Próximo passo

Um ponto, 30 dias, a equipe junto — no fim, a decisão de escalar é sua, com número na mão. Veja também as integrações homologadas (UniFi, IXC).