WiFi público costuma ser só custo para o provedor: energia, rádio, suporte — e nenhuma receita de volta. Se você já opera pontos assim — praça, comércio parceiro, portaria, evento —, eles provavelmente só drenam caixa. E se ainda não opera, é uma frente de receita que você ainda não abriu.
Nos dois casos, a virada é a mesma e não pede trocar de infraestrutura: quem não é seu cliente paga pelo acesso, na hora, por PIX. É o que o AcheiWiFi faz no portal.
O mecanismo, do lado do visitante
- O visitante conecta no seu SSID (o nome da sua rede WiFi) e cai num portal cativo com a sua marca.
- Escolhe um plano de acesso por tempo e paga por PIX — QR na tela, sem app, sem cadastro.
- Assim que o pagamento confirma, o acesso libera sozinho. Sem atendente, sem voucher impresso, sem fila no balcão.
Do seu lado, cada venda fica rastreada: quem pagou, quanto e quando. Nada de “senha do dia” nem troco no caixa.
Quando isso fecha a conta
O ponto não precisa ser um shopping para valer a pena — a lógica é margem sobre uma estrutura que você já mantém. O custo entra como assinatura:
- O plano Provedor (ISP) do AcheiWiFi é R$ 390 por hotspot/mês (preço seed).
- No nosso piloto instrumentado (um ponto, ~2 semanas), o ticket por acesso ficou entre R$ 5 e R$ 35.
- Com ticket médio na casa de R$ 15, cerca de uma venda por dia já cobre os R$ 390 — o resto é receita nova sobre um ponto que antes só drenava caixa.
Não é promessa: quanto sobra depende do movimento do seu ponto. Mas o custo de descobrir é baixo, e o teto acompanha o fluxo do ponto.
A prova de que o mecanismo funciona na vida real está no nosso primeiro case de PIX no WiFi público: a operação real no braço desde 2019, mais o piloto automatizado.
E o seu assinante?
Enquanto o não-cliente paga, o seu assinante em dia entra sem pagar — é a cortesia-assinante, liberada por adimplência validada ao vivo no seu ERP (hoje via IXC), sem planilha. O mesmo ponto cobra de fora e retém dentro: receita nova de quem passa, retenção de quem é seu. (A retenção rende um texto próprio.)
Como testar sem risco
O jeito honesto de descobrir se fecha no seu ponto é um piloto assistido de 30 dias: um único ponto público seu, configuração feita junto (rede + PIX + integração IXC), números acompanhados semana a semana. No fim, você decide escalar com dado na mão, não com slide.