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AcheiWiFi
Avaliar um ponto piloto
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§ Case · origem + piloto ISP-direto

Vendendo WiFi no braço desde 2019 — e o que mudou quando automatizamos

da operação manual (bar, praia e cidade) ao WiFi público com PIX


Antes de existir produto, existia um balcão — na verdade, vários.

Desde 2019, a mesma equipe vende acesso à internet no braço na região do Rio Araguaia. Onde dá para cobrar, cobra (voucher no PIX ou dinheiro, no balcão). Onde faz mais sentido liberar, libera (cortesia). Manual, do começo ao fim — dinheiro e alcance reais.

O alcance da operação (2019 em diante)

Foram 21 APs (pontos de acesso) ao todo, em bar, praia, feira, festa e praça:

Pago — voucher via PIX ou dinheiro no balcão:

  • Bar/restaurante Porto Messias, região turística — 1 AP (o ponto que se repete todo ano).
  • Praias de Luiz Alves, 3 bares — 10 APs — na temporada de férias de julho de 2019, R$ 9.500 num único mês.

Cortesia — WiFi grátis para o usuário, como serviço do evento ou da cidade:

  • Feira agropecuária, São Miguel do Araguaia — 5 APs.
  • Réveillon 2020/21 — 4 APs.
  • Praças da cidade, desde 2021 — 1 AP.

Mesma equipe, mesmo sistema manual.

A prova de dinheiro que se repete

O ponto mais constante é o bar Porto Messias, temporada após temporada de alta turística — onde o WiFi é a única internet do visitante. A receita por temporada, com um único AP:

TemporadaReceitaTicket médio
2020–2023R$ 7.250R$ 5,58
2024R$ 11.000R$ 8,46
2025R$ 14.000R$ 10,77
2026 (até jul, em curso)R$ 6.330R$ 12,79

2020–2023 aparecem juntos por manterem a mesma faixa de preço.

De 2020 a 2025 a receita por temporada quase dobrou (+93%) — ainda na operação manual, pré-AcheiWiFi (voucher via PIX ou dinheiro no balcão, sem o produto), com o volume estável (~1.300 acessos). Ali, o preço subiu e a demanda não caiu: quando o WiFi é a única conexão, quem precisa, paga. Em 2026 já são R$ 6.330 até julho.

O que não escala é o processo. Imprimir código, cobrar no balcão, sem saber quem pagou nem quem só usou — isso custa fila, perda de caixa e zero visibilidade. A demanda estava provada; o gargalo era a mão.

A mesma tese, automatizada

O AcheiWiFi tira esse balcão da conta sem perder a receita: portal cativo com PIX (o visitante paga e libera sozinho, sem atendente) e cortesia-assinante — o assinante em dia entra sem pagar, com a adimplência validada ao vivo no ERP do provedor (hoje IXC e SGP), sem planilha.

A versão automatizada roda em ponto próprio nosso, em paralelo ao balcão manual. A medição de julho de 2026 (mês fechado) separa duas coisas que não podem virar um número só. Toda a receita de PIX abaixo é da plataforma — é o que banca a controladora, o portal e o suporte, não uma projeção do seu ponto:

Operação recorrente — 18 dias comuns:

  • 46 acessos pagos via PIX de 41 visitantes — média de 2,6 por dia.
  • Receita da plataforma: R$ 545 no recorte.

Dias de evento — 7 dias:

  • 298 acessos pagos de 233 visitantes — cerca de 43 por dia.
  • Receita da plataforma: R$ 3.675 no recorte.

Nos dois: ticket de R$ 5 a R$ 50 no mês (o cardápio atual vai de R$ 10 a R$ 50). Em cortesia, 92 assinantes usaram o benefício em julho/2026 (223 liberações), validados ao vivo pelo IXC — e a operação é nossa, da Toolsoft.

Por que separado: 87% da receita do mês veio dos dias de evento. Somar tudo apresentaria um pico pontual como se fosse a operação de todo dia. E o pico tem teto conhecido: numa das noites a rede saturou e a venda por hora caiu — capacidade de evento depende de dimensionar a rede para a multidão.

Acesso pago = PIX confirmado e internet efetivamente liberada; dispositivos de teste do operador excluídos.

O ângulo honesto

São duas provas de tipos diferentes, e vale separar:

  • A origem é demanda e alcance comprovados — desde 2019, dinheiro real (bar e praia) e cortesia em contexto real (feira, Réveillon, praças), ainda faturando em 2026.
  • O piloto automatizado é prova de mecanismo — funciona na vida real, mas é a nossa própria operação, dentro de casa. Não é prova de mercado, e não vendemos como se fosse.

O que falta é repetir a automação com provedores que não são nós.

Se você é ISP e opera pontos públicos

É exatamente isso que queremos testar com você — no seu ponto, no seu IXC. O formato é um piloto assistido de 30 dias: começa por um único ponto, o time configura junto (rede + PIX + integração IXC) e acompanha os números semana a semana. No fim, você decide escalar com dado na mão, não com slide.

Quero o piloto assistido (30 dias)